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Minas Gerais teve o segundo melhor saldo de emprego no acumulado de 2021 Serviço e indústria somaram mais da metade do saldo gerado pelos pequenos negócios mineiros nos quatro primeiros meses do ano

De janeiro a abril, as Micro e Pequenas Empresas (MPE) mineiras acumularam um saldo de mais de 74 mil vagas com carteira assinada. O resultado colocou Minas Gerais na segunda posição entre os estados com melhores saldos de emprego, atrás apenas de São Paulo, que contabilizou cerca de 146 mil postos de trabalho. É o que aponta o levantamento feito pelo Sebrae Minas, com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

As Micro e Pequenas Empresas (MPE) mineiras acumularam um saldo de mais de 74 mil vagas com carteira assinada. O resultado colocou Minas Gerais na segunda posição entre os estados com melhores saldos de emprego, atrás apenas de São Paulo, que contabilizou cerca de 146 mil postos de trabalho.

De acordo com o estudo, as micro e pequenas empresas mineiras foram responsáveis por 11% do saldo de empregos do país nos quatro primeiros meses do ano, que chegou a 678 mil vagas. “Mesmo o saldo de empregos das MPE mineiras, em abril, ter sido 59% menor que o mês anterior, ainda como reflexo da segunda onda da Covid-19, no acumulado de 2021, os pequenos negócios do estado têm alcançado resultados bem mais satisfatórios que de janeiro a abril de 2020, quando foi registrado o saldo de cerca de -57 mil empregos”, justifica a analista do Sebrae Minas Gabriela Martinez.

No acumulado de 2021, os setores de serviços e indústria foram os que obtiveram os melhores saldos de emprego, 25.784 vagas e 18.494 vagas, respectivamente. Logo depois vem o comércio com o saldo de 13.714 empregos e a construção civil com 11.978 postos de trabalho. Apesar de ter registrado o pior desempenho entre os setores, os pequenos negócios do agronegócio mantiveram o saldo de empregos positivo (4.387 vagas). “O período entre safras pode ter sido um dos motivos pelas MPE do agro não terem obtido um resultado melhor. Mas a expectativa é de recuperação nos próximos meses”, explica Martinez.

As atividades que tiveram os melhores resultados no período foram: construção de edifício, transporte rodoviário de cargas (exceto produtos perigosos e mudanças), comércio varejista de produtos farmacêuticos, serviços combinados de escritório e apoio administrativo e serviços de contabilidade (Crédito: Lucas Pezeta)

Diante deste cenário, as atividades que tiveram os melhores resultados no período foram: construção de edifício (4.463 vagas), transporte rodoviário de cargas, exceto produtos perigosos e mudanças (3.027 vagas), comércio varejista de produtos farmacêuticos (2.139 vagas), serviços combinados de escritório e apoio administrativo (1.760 vagas) e serviços de contabilidade (1.559 vagas).

Em relação às regiões do estado, em que as MPE mais contrataram que demitiram, a Centro (21.501 vagas) e a Sul (10.972 vagas) tiveram os melhores desempenhos no acumulado do ano. As regionais do Jequitinhonha e Mucuri (2.160 vagas) e o Norte de Minas (4.244 vagas) foram as que conseguiram os menores saldos.

Já no ranking das cinco cidades com os maiores saldos de empregos gerados pelas MPE do estado, entre janeiro e abril deste ano, estão: Belo Horizonte (7.336 mil vagas), Contagem (2.995 mil vagas), Uberlândia (2.578 mil vagas), Betim (1.679 mil vagas) e Uberaba (1.505 mil vagas). Por outro lado, Mariana (-64 vagas), Itapagipe (-63 vagas), Perdigão (-43 vagas), Nova Era (-43 vagas), Jeceaba (-43 vagas) e Antônio Dias (-43 vagas) foram os municípios mineiros que registraram os piores saldos do período.

Clique aqui e acesse o levantamento completo do Sebrae Minas com base nos dados do Caged.

(Assessoria de Imprensa do Sebrae Minas)

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