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Abordagem Técnica a Tentativas de Suicídio é assunto em curso ministrado no Batalhão de Bombeiros Militar de Varginha

Entre os dias 13 e 19 de maio, o 9º Batalhão de Bombeiros Militares (BBM) – Varginha realizou a sua 2ª Edição do treinamento em “Abordagem Técnica a Tentativas de Suicídio (ATTS)” para 33 abordadores de diversas regiões de Minas Gerais. Participaram alunos de diferentes instituições, tais como Polícia Militar, Segurança Prisional, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e psicólogos da Saúde Mental Municipal.

O ATTS foi criado pelo Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo e, dado aos bons resultados obtidos, está em fase de padronização nacional para as equipes de atendimento de emergências (Corpos de Bombeiros, Polícia Militar, SAMU, Guardas Municipais, etc.). 

O treinamento tem como premissa um melhor conjunto de técnicas e táticas para abordar pessoas que buscam o autoextermínio com situações de risco de forma acolhedora e eficaz em diferentes cenários. Durante as aulas (teóricas e práticas), os abordadores aprendem sobre noções básicas de psicologia e psicopatologia da mente (com psicólogos e psiquiatras), estatísticas gerais e específicas sobre a temática, procedimentos desejáveis e os que devem ser evitados nestas ocorrências, técnicas adequadas de abordagem a pessoas com sofrimento psíquico em tentativas de suicídio, isoladamente e em equipe, e Sistema de Comando em Operações desta natureza. Neste diapasão, ao todo, o 9º BBM já treinou 68 abordadores com esta nova doutrina (ATTS) e se prepara para a sua 3ª edição, a ser realizada no próximo semestre.

A ideação suicida, bem como a tentativa de suicídio, são resultados de uma conjunção de vulnerabilidades biológicas, psíquicas e sociais, como depressão, experiência patológica de luto, transtornos de personalidade, dentre outras causas. Se você passa por algum sofrimento psicológico ou conhece alguém nesta situação, procure (ou oriente) um acompanhamento profissional com pessoas habilitadas para uma escuta terapêutica, como psicólogo ou médico psiquiatra em sua cidade. Há também sempre alguém disposto a ouvi-lo por meio do número 188 (Centro de Valorização da Vida).

(Fonte: CBMMG)

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