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Bombeiros e brigadistas seguem combatendo focos de incêndio na Serra Fina, em MG

Equipes do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais (CBMMG), apoiadas por aeronaves do Exército Brasileiro, Marinha e do Instituto Estadual de Florestas (IEF) prosseguem na luta para apagar as chamas na Serra Fina – uma seção da Serra da Mantiqueira, entre o Sul de Minas Gerais e o estado de São Paulo. A Serra Fina possui 2.798,39 m de altitude, sendo o ponto culminante da Serra da Mantiqueira e do estado de São Paulo.

Bombeiros contam com apoio de aeronaves do Exército Brasileiro, Marinha e do Instituto Estadual de Florestas (Crédito: CBMMG)

De acordo com a Assessoria de Comunicação da Operação, em Itamonte (MG), os bombeiros militares, brigadistas do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e guias locais credenciados acamparam na Serra, onde a temperatura chegou a -3°C nesta madrugada. No início da manhã, o comandante da Operação, Capitão BM Sílvio, acompanhado do coordenador da Área de Proteção Ambiental da Serra da Mantiqueira (APA Mantiqueira), senhor Virgílio, realizou um sobrevoo com intuito de reconhecer e monitorar a área atingida e definir as estratégias de combate e monitoramento a serem realizadas durante esta terça-feira (21).

Equipes acamparam na Serra, onde a temperatura chegou a -3° C nesta madrugada (Crédito: CBMMG)

Foram identificados no lado de Minas Gerais três pequenos focos, sendo que em dois deles as equipes do CBMMG e ICMBio estão efetuando o combate e o terceiro foco será feito lançamento de água por aeronave aliado ao combate por terra.

Ainda conforme divulga a Ascom, na missão estão sendo utilizados equipamentos de proteção individual (capacetes, perneiras e luvas – por exemplo) e de combate a incêndio (abafadores, bombas e mochilas costais).

O incêndio começou na sexta-feira (17). Até o momento, estima-se que foram queimados 530 hectares, equivalente à área de 530 campos de futebol.

Queimadas: danos ambientais e à saúde pública

Dos meses de julho a outubro são os que mais registram focos de queimadas em Minas Gerais. A principal causa é o período de estiagem e o tipo da vegetação existente no estado. Além de trazer prejuízos ao meio ambiente, a queimada também causa danos à sociedade, em especial à saúde pública.

Lamentável: estima-se que foram queimados 530 hectares, equivalente à área de 530 campos de futebol (Crédito: CBMMG)

 

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