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Polícia Militar de Três Pontas Faz Balanço Parcial Da Criminalidade e verifica redução em relação ao ano passado

A Polícia Militar em Três Pontas realizou o balanço parcial dos indicadores criminais de 2019, considerando os quatro primeiros meses do ano e comparando-os com o mesmo período de 2018. De acordo com a Assessoria de Comunicação Organizacional da 151ª Cia PMMG, o levantamento faz parte das estratégias que vão ao encontro da constante preocupação em relação à redução dos índices de violência no município.

Segundo o estudo, o número de crimes com emprego de arma de fogo caiu cerca de 9,09% e o número de roubos reduziu de 21 para 17, representando uma queda de 19,05%.

Com relação ao índice de criminalidade, que leva em consideração a população local e o total de crimes registrados, os quatro primeiros meses de 2019 também registram uma queda: cerca de 6,31%.

No número de crimes violentos (cujo o rol é composto por homicídio, estupro, roubo consumado, extorsão e sequestro ou cárcere privado) também houve uma queda entre os meses de janeiro a abril de 2019, assim como o número de roubos, que registrou um percentual de queda de 19,05%. Foram 21 crimes violentos registrados de janeiro a abril de 2017 e  17 no ano de 2018.

Três Pontas faz parte da 6ª Região Integrada de Segurança Pública (RISP) composta por 44 municípios, dos quais 37 possuem população inferior a 30.000 habitantes e na qual Três Pontas ocupa a quarta posição em número populacional, atrás de Varginha, Lavras e Três Corações. Na perspectiva regional, a cidade ocupa a 15ª colocação no índice de criminalidade violenta.

Para a Polícia Militar, “os ótimos resultados registrados até aqui refletem a busca incansável pela excelência na prestação de segurança pública” e são fruto do empenho efetivo de todos os policiais empregados no policiamento ostensivo, daqueles que realizam o estudo e análise da criminalidade, do Comando da 151ª Companhia de Polícia Militar, da sociedade organizada e dos parceiros compromissados com o bem estar dos trespontanos, “além da comunidade participativa que possui laços estreitos com a Polícia Militar”.

 

 

 

 

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